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Aragarças é destaque em Goiás por proporcionar internações e atendimentos no CREDEQ


Ascom / Assessoria de Imprensa e Marketing do CRED
Publicado Segunda-Feira, 7 de Maio de 2018, às 20:51 | Ascom / Assessoria de Imprensa e Marketing do CRED

Novamente Aragarças se destaca no Estado entre os raros municípios goianos a proceder a internações e atendimentos no CREDEQ, graças à parceria da Prefeitura de Aragarças, através do COMPOD e o CAPS.

Para o presidente do COMPOD, Fabrício Burjack a internação voluntária do dependente químico é o primeiro grande passo que o indivíduo pode fazer para mostrar que necessita e deseja que a situação seja alterada. “As drogas podem sim trazer um ligeiro afastamento dos problemas de nosso dia a dia, mas elas são responsáveis por agravá-los em seguida e apresentar novas situações que dificultam que a pessoa consiga se libertar deste mal sem qualquer tipo de suporte, enfatiza Fabrício.

Segundo o prefeito José Elias o foco é aumentar as probabilidades de sucesso do tratamento, antes e depois do doente passar pelo CREDEQ. “Desde que foi inaugurado, em 2016 o Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, tem trabalhado para estruturar uma rede que amplifique as probabilidades dos seus pacientes obterem sucesso com a terapia contra a dependência química implementada pela instituição e Aragarças será sempre parceira”, destacou José Elias.

De acordo com a assessora de Planejamento do CREDEQ – Prof. Jamil Issy, Daianny Batista, uma das metas também é cristalizar relacionamento com todos os municípios, com a finalidade de que eles acompanhem a recuperação terapêutica dos ex-internos e possam apoiá-los, assim como suas famílias. Em Aragarças esse trabalho é realizado com o grupo do “Amor Exigente” todas as quartas-feiras às 19 horas na Escola Dom Bosco ao lado do Ginásio de Esportes.  

 

CREDEQ – Prof. Jamil Issy

Centro de Referência e Excelência em Dependência Química, em Aparecida de Goiânia

É um hospital psiquiátrico, criado com a finalidade de tratar casos severos de dependência química, que tem por foco a qualidade de vida do paciente, cuja a doença é crônica e exige acompanhamento. No CREDEQ - Prof. Jamil Issy, o tratamento é realizada por equipe médica (psiquiatra e clínico geral) e multiprofissional (enfermeiros, psicólogos, musicoterapeutas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, educador físico, pedagogo, nutricionista e farmacêutico). O tratamento pode ser realizado por intermédio do Ambulatório, ou da internação em Residências Terapêuticas.

 

Tratamento

Fundamentado na humanização e no investimento com o bem-estar do paciente, o protocolo terapêutico do Credeq Prof. Jamil Issy considera as ferramentas científicas e emocionais para vencer a batalha contra a dependência química. Nesse cenário, o paciente no Credeq Prof. Jamil Issy não está preso a nenhum leito e os medicamentos são utilizados para tratar apenas sintomas nos processos de desintoxicação e terapêutico.

Quando é internada na unidade, a pessoa permanece no regime de desintoxicação (Detox), que dura sete dias. Em seguida, é incorporada ao grupo maior de pacientes, que obedecem a uma rotina que tem início às 7h30 (café da manhã) e finda às 18 horas (jantar). Nesse período, o paciente participa de terapia coletivas e individuais, como atividades esportivas (musculação, hidroginástica, aeróbica, jogos de quadra, jogos de mesa), ações psicológicas, musicoterapia e horticultura. No período matinal de sábado, acontece a visita dos familiares.

Em sua permanência no Credeq Prof. Jamil Issy, o paciente divide o seu quarto com um outro paciente. Cada uma das oito UTR (Unidade de Tratamento Residencial) tem seis suítes, com 12 leitos cada.

Esses espaços foram criados com a intenção de replicar um ambiente familiar e restituir o interno à rotina social de uma residência. A maior parte das pessoas que está em tratamento também reaprende higiene pessoal, como se alimentar em grupo e à mesa, além de rememorar meios para manter seus pertences limpos e em ordem.

“A dependência química não apenas desestrutura a parte fisiológica da pessoa, mas suas relações sociais e comportamentos básicos para se manter saudável”, esclarece o psiquiatra Tiago Oliveira.